Navegadores de Internet

 

Esta é uma lista detalhada dos navegadores mais conhecidos no mundo.

Navegadores web baseados em texto:

Os primeiros navegadores criados

Alguns navegadores e seus criadores

libwww – por Tim Berners-Lee e Jean-Francois Groff em 1991

Line-mode – por Nicola Pellow em 1991. Funcionava em modo texto e foi portado para uma série de plataformas do Unix ao DOS.

Erwise – por um grupo de estudantes da Universidade de Tecnologia de Helsinki em 1992.

Viola, por Pei Wei, para Unix em 1992.

Midas – por Tony Johnson em 1992 para Unix.

Samba – por Robert Cailliau para Macintosh.

Mosaic – por Marc Andreessen e Eric Bina em 1993 para Unix. Aleks Totic desenvolveu uma versão para Macintosh alguns meses depois.

Arena – por Dave Raggett em 1993.

Lynx – o Lynx sugiu na Universidade de Kansas como um navegador hypertexto independente da web. O estudante Lou Montulli adicionou a o recurso de acesso via TCP-IP na versão 2.0 lançada em março de 1993.

Cello – por Tom Bruce em 1993 para PC.

Opera – por pesquisadores da empresa de telecomunicações norueguesa Telenor em 1994. No ano seguinte, dois pesquisadores, Jon Stephenson von Tetzchner e Geir Ivarsøy, deixaram a empresa e fundaram a Opera Software.

Internet in a box – pela O’Reilly and Associates em Janeiro de 1994.

Navipress – pela Navisoft em fevereiro 1994 para PC e Macintosh.

Netscape – pela Nestcape em outubro de 1994.

Internet Explorer – pela Microsoft em 23 de agosto de 1995.

Spread the word. Share this post!

7 Comments

  1. Responder

    puiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

  2. VAi cagar

    Responder

    Que boooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooosta de site! Exclua esse site, nao merece nem existir!

Leave Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *